Category Archives: Agricultura Familiar

Frio y Escarcha en Panimá, Totonicapán – Guatemala

Impresionante foto tomada ayer 30 01 2015 en Panimá,Totonicapán. A pesar de la escarcha y temperatura de -3 grados, las personas siguen con sus labores normales. Foto: Leopoldo Salvador Batz

Analema: el Sol fotografiado desde el mismo lugar, a la misma hora, durante un año

Analema: el Sol fotografiado desde el mismo lugar, a la misma hora, durante un año – Foto del día – Detalles: http://goo.gl/9LhmRy

  • Oscar Zoletto Este tiene la particularidad de haber incluido un eclipse total por lo que su nombre es tutulema. Además de que la foto principal es del mismo día del fenómeno referido por eso podemos ver a venus a la derecha. Saludos.
  • Juan Carlos Guzman Ruiz En primer la clave de sol tiene esa forma porque deriva de la letra “G” (La nota “Sol” se anota como “G” en el sistema ingles)

Árboles Centenarios ó Milenares!

VER: http://www.boredpanda.com/ancient-tree-photography-beth-moon/

Sistema Cantareira SP

http://i.huffpost.com/gen/1720884/thumbs/o-CANTAREIRA-facebook.jpg

2014 foi o mais seco dos últimos 32 anos no sistema Cantareira, em SP

Wellington Ramalhoso
Do UOL, em São Paulo

07/01/201506h00

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Levantamento feito pelo UOL com base em dados fornecidos pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) mostra que 2014 foi o menos chuvoso dos últimos 32 anos no sistema Cantareira. No sistema Alto Tietê, o ano passado foi o mais seco desde 1993.

Formado em 1974, o Cantareira conta com cinco represas e abastece 6,2 milhões de pessoas nas regiões de São Paulo e Campinas. A Sabesp começou a coletar e sistematizar dados sobre chuva na forma atual em 1983. Desde então, nunca houve um ano tão pouco chuvoso como o último no sistema. De janeiro a dezembro, acumularam-se 965 mm de chuva, uma redução de 11,5% em relação aos 1.090 mm de 2013. O problema não é novo, afinal o ano retrasado já havia sido o mais seco da série.

A quantidade de chuva sobre o Cantareira em 2014 ficou 37,8% abaixo da média verificada desde 1983, que é de 1.551 mm. Foi o quarto ano seguido em que a chuva acumulada ficou abaixo da média.

Outro dado que mostra o agravamento e a longevidade do problema é a redução da média de chuva por década. Ela vem diminuindo desde, pelo menos, os anos 80. Baixou de 1.778 mm no período de 1983 a 1990 para 1.532 mm na década seguinte. Desceu para 1.514 mm na primeira década do século e, no decênio atual, está em 1.237 mm.

Remanejamentos feitos pela Sabesp durante o ano passado levaram a uma grande diminuição da área atendida pelo Cantareira. Há um ano, o sistema abastecia 8,8 milhões de pessoas.

Alto Tietê

Formado em 1992, o Alto Tietê é composto por quatro barragens e atende 4,5 milhões de pessoas na região metropolitana de São Paulo.

Somente no primeiro ano e no seguinte a quantidade de chuva sobre o sistema foi menor que em 2014. De janeiro a dezembro, acumularam-se 1.047 mm, marca 19,6% mais baixa que a do ano anterior e 24,8% inferior à média desde 1992.

A média da década atual também está abaixo da anterior. A redução de 1.444 mm para 1.272 mm representa uma variação de 11,9%.

Situação crítica

Acentuada no ano passado, a crise deixou os dois sistemas em situação delicada: são os únicos da região metropolitana de São Paulo com menos de 25% da capacidade. Apesar do uso de duas cotas do volume morto, o Cantareira estava com somente 6,9% nesta terça-feira (6). O Alto Tietê tinha 11,8%.

A Sabesp argumenta que tem feito investimentos para aumentar as quantidades de água represada e tratada e a capacidade de transporte da água em todos os sistemas. Em relação às perdas, a empresa afirma que elas foram reduzidas em nove pontos percentuais nos últimos dez anos.

Para o médio e o longo prazos, o governo estadual planeja realizar obras para tratar água do esgoto, interligar o sistema Cantareira com a bacia do rio Paraíba do Sul e trazer água de outro sistema, o São Lourenço, para a região metropolitana de São Paulo.

Para 2015, a única solução é a economia de água. “Num prazo de seis meses você não consegue fazer nenhuma obra. O que nós queremos é que o consumidor consuma menos. A curtíssimo prazo é isso que tem que ser feito”, afirmou o novo secretário de Recursos Hídricos do governo estadual, Benedito Braga, em reportagem exibida no último domingo (4) pelo programa “Fantástico”, da “TV Globo”.

Escolhido para comandar a Sabesp no novo mandato do governador Geraldo Alckmin, Jerson Kelman já afirmou que o Estado tem de estar “preparado para o pior”.

O geólogo Pedro Luiz Côrtes, professor da USP, afirma que o Cantareira pode secar por completo ainda em 2015.

VER:  http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2015/01/07/2014-foi-o-mais-seco-dos-ultimos-32-anos-no-sistema-cantareira-em-sp.htm


Heladas en Los Altos de San Marcos – Guatemala C.A.

El frio y las heladas están aumentando a cada año!

Sistema Cantareira 2015

Sistema Cantareira pode secar por completo em 2015

Pedro Luiz Côrtes

Pedro Luiz Côrtes

Especial para o UOL01/01/201506h00

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À medida que o nível do Sistema Cantareira vai diminuindo, as pessoas perguntam sobre a possibilidade de ele efetivamente chegar a zero, sem volume morto que possa servir de alternativa. A resposta direta é sim, ele pode secar.

Essa situação poderá acontecer ainda em 2015, pois a quantidade de água que sai (consumo e evaporação) é maior do que a entregue pelas chuvas. Tem sido assim nos últimos meses. Para que isso não ocorra, precisamos de chuvas acima da média, algo que não se vislumbra para o próximo verão.

Mas, independente de ele secar, como será o nosso futuro? Isso se explica pelo fato de, aos poucos, atingirmos níveis cada vez menores nesse sistema, com impactos para a sua recuperação. Quanto mais avançamos em direção à base, mais longo será o caminho de volta.

Há algumas possibilidades que podem ser consideradas. A primeira delas avalia se poderíamos ter uma rápida recomposição do sistema. Isso aconteceu em 1987, quando um longo El Niño (setembro de 1986 a janeiro de 1988) providenciou chuvas acima da média e durante períodos mais longos.

Mesmo que isso se verificasse a partir de agora, ao final do evento estaríamos em um nível similar ao de maio de 2013, o que não representa um grande alento. Mas essa é uma ocorrência de baixa probabilidade, pois um El Niño tão longo foi verificado apenas uma vez nos últimos 64 anos (a partir de dados do Instituto Astronômico e Geofísico da USP e da administração nacional de oceanos e atmosfera do governo americano).

Entramos no ‘cheque especial da água’ e vamos levar um bom tempo até que consigamos sair dele

Pedro Luiz Côrtes, professor, sobre situação do Sistema Cantareira nos próximos anos.

VER: http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2015/01/01/cantareira-pode-secar-completamente-ainda-em-2015.htm

Dieta mais racional!! daqui pra frente!

Uma mudança global para uma dieta mais racional é vital para salvar o mundo da fome, da escassez de combustíveis e dos piores impactos das mudanças climáticas, afirmou hoje um relatório da ONU. Na medida em que a população mundial avança para o número previzível de 9,1 bilhões de pessoas em 2050 e o apeite por carne e laticínios ocidental é insustentável, conforme o relatório do painel internacional de gerenciamento de recursos sustentáveis do Programa Ambiental das Nações Unidas (UNEP).

Diz o relatório: “Espera-se que os impactos da agricultura cresçam sustancialmente devido ao crescimento da população e do consumo de produtos de origem animal. Ao contrário dos que ocorre com os combustíveis fósseis, é difícil procurar por alternativas: as pessoas têm que comer. Uma redução substancial nos impactos somente seria possível com uma mudança substancial na alimentação, eliminando produtos de origem animal”.

O professor Edgar Hertwich, principal autor do relatório, disse: “Produtos de origem animal causam mais danos do que produzir minerais de construção como areia e cimento, plásticos e metais. A biomassa e plantações para alimentar animais causam tanto dano quanto queimar combustíveis fósseis”.

A recomendação segue o conselho de Lorde Nicholas Stern, ex-conselheiro do governo trabalhista inglês sobre a economia das mudanças climáticas. O Dr. Rajendra Pachauri, diretor do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), também fez um apelo para que as pessoas observem um dia sem carne por semana para reduzir emissões de carbono.

O painel de especialistas categorizou produtos, recursos e atividades econômicas e de transporte de acordo com seus impactos ambientais. A agricultura se equiparou com o consumo de combustível fóssil porque ambos crescem rapidamente com o desenvolvimento econômico, eles disseram.

Ernst von Weizsaecker, um dos cientistas especializados em meio ambiente que coordenaram o painel, disse: “A crescente riqueza econômica está levando a um maior consumo de carne e laticínios – os rebanhos agora consomem boa parte das colheitas do mundo e, por inferência, uma grande quantidade de água doce, fertilizantes e pesticidas”.

Tanto a energia quanto a agricultura precisam ser “dissociadas” do crescimento econômico porque os impactos ambientaris aumentam grosso modo 80% quando a renda dobra, afirma o relatório.

Achim Steiner, subsecretário geral da ONU e diretor executivo da UNEP,afirmou: “Separar o crescimento dos danos ambientais é o desafio número um de todos os governos de um mundo em que o número de pessoas cresce exponencialmente, aumentando a demanda consumista e persistindo o desafio de aliviar a miséria e a pobreza”.

O painel, que fez uso de diversos estudos incluindo o Millennium Ecosystem Assessment (avaliação do ecosistema no milênio), cita os seguintes itens de pressão ambiental como prioridade para os governos do mundo: mudanças climáticas, mudanças de habitats, uso com desperdício de nitrogênio e fósforo em fertilizantes, exploração excessiva dos oceanos e rios por meio da pesca, exploração de florestas e outros recursos, espécies invasoras, fontes não seguras de água potável e falta de saneamento básico, exposição ao chumbo, poluição do ar urbano e contaminação por outros metais pesados.

A agricultura, particularmente a carne e os laticínios, é responsável pelo consumo de 70% de água fresca do planeta, 38% do uso da terra e 19% da emissão de gases de efeito estufa, diz o relatório, que foi liberado para coincidir com o dia Mundial do Meio Ambiente no sábado.

Ano passado, a Organização de Alimentos e Agricultura da ONU (FAO) disse que a produção de alimentos teria de aumentar em 70% para suprir as demandas em 2050. O painel afirmou que os avanços na agricultura serão ultrapassados pelo crescimento populacional.

O professor Hertwich, que é também diretor de um programa de ecologia industrial na Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, disse que os países em desenvolvimento, onde se dará grande parte do crescimento populacional, não devem seguir os padrões de consumo ocidentais: “Os países em desenvolvimento não devem seguir nossos modelos. Mas cabe a nós desenvolver tecnologias em, digamos, energia renovável e métodos de irrigação.”

Fonte: Brasil em Pauta / Guardian

http://www.olharanimal.org/consumo/907-onu-recomenda-mudanca-global-para-dieta-sem-carne-e-sem-laticinios

NOTA: até agora!!!

Superalimentos

FOOD TODAY 11/2012

A ciência por detrás dos superalimentos: serão realmente super?

FT_084_02O termo “superalimento” tornou-se uma palavra popular na linguagem da alimentação e saúde. No entanto, não existe uma definição técnica desta palavra e a evidência científica sobre os efeitos na saúde (frequentemente, muito positivos!) destes alimentos não se aplica necessariamente às dietas reais. Uma alimentação que inclua uma grande variedade de alimentos nutritivos, nomeadamente, frutos e hortícolas, continua a ser a melhor forma de assegurar uma ingestão nutricional adequada e equilibrada para uma ótima saúde.

A origem do superalimento
O conceito de superalimento é popular no domínio da alimentação e saúde. De facto, através dos media, os consumidores são bombardeados com variada informação sobre alimentos ultra-saudáveis, desde mirtilos e beterraba ao cacau e salmão. Muitas destas informações referem refletir as evidências científicas mais recentes e asseguram os consumidores de que a ingestão destes alimentos fornece ao organismo o “pontapé de saúde” que necessitam para se manterem afastados de doenças e prevenirem o envelhecimento. Mas existirá qualquer verdade nestas informações?

O foco atual nos superalimentos deriva do crescente interesse dos consumidores na relação entre a alimentação e os efeitos na saúde, muito particularmente ao nível dos países desenvolvidos.1 Apesar de se conhecer o termo desde o início do séc. XX, só recentemente se tornou popular na linguagem corrente.2 Uma simples pesquisa na internet com a designação “superfood” revela perto de 10 milhões de resultados – predominantemente de blogues de nutrição e alimentação, jornais e revistas online e fornecedores de suplementos nutricionais.

Apesar da sua ubiquidade nos media, não existe uma definição oficial ou legal de superalimento. O dicionário de Inglês de Oxford, por exemplo, define “superfood” como um “alimento com elevada densidade nutricional considerado benéfico para a saúde e bem-estar”, enquanto o dicionário Merriam-Webster omite qualquer referência à saúde e define superalimento como um “alimento com densidade nutricional elevada, carregado de vitaminas, minerais, fibra, antioxidantes e/ou fitonutrientes”.3,4 De uma maneira geral, a designação “superalimentos” refere-se a alimentos – especialmente frutos e hortícolas – cuja composição nutricional confere mais benefícios para a saúde comparativamente a outros alimentos.

VER MAIS: http://www.eufic.org/article/pt/artid/The-science-behind-superfoods/

Outros artigos: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2014/12/1568986-efeitos-beneficos-de-superalimentos-sao-mais-marketing-do-que-ciencia.shtml


Formigas Tetramorium e outras formigas

Formigas Tetramorium ajudam a controlar pragas e consumir lixo.

VER Formigas Tetramorium: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2014/12/1567784-formigas-ajudam-a-reduzir-pragas-urbanas-ao-comer-quilos-de-lixo-nas-ruas.shtml

VER OUTRAS FORMIGAS: http://teoriadekyotoblog.blogspot.com.br/2013/09/o-agoniante-mundo-das-guerras-de.html

O agoniante mundo das guerras de formigas

Elas passam despercebidas por nós no dia a dia, mas o cotidiano das formigas é baseado em uma intensa guerra por comida e territórios. Conheça o agoniante mundo das guerras entre as formigas.

Alex Wild é um fotógrafo e biólogo fascinado pelo mundo dos insetos. Começou a fotografar apenas com o intuito de complementar o seu trabalho científico, mas acabou fascinado pelas pequenas criaturas que passam despercebidas por nós durante o dia comum.

Projeto de lei que proíbe a comercialização e o uso de alguns agrotóxicos no município de São Paulo, o PL 891/2013.

Na terça-feira 9/12/2014 foi aprovado em 1ª votação na Câmara, o projeto de lei que proíbe a comercialização e o uso de alguns agrotóxicos no município de São Paulo, o PL 891/2013.

De autoria conjunta dos vereadores Nabil Bonduki (PT), Gilberto Natalini (PV) e Toninho Vespoli (PSOL) o projeto foi criado a partir de uma reivindicação da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, que exige o banimento de determinados agrotóxicos em todo o país, devido à sua toxicidade para os ecossistemas e para as pessoas.

O projeto passou por duas audiências públicas na Câmara, nos dias 1 de outubro e 4 de novembro e recebeu muitas contribuições da sociedade civil, universidade e orgãos públicos. Mesmo com a votação, ainda será aperfeiçoado.

Confira o projeto e sua justificativa

Veja o site da campanha agrotóxicos e substâncias já proibidas em vários países e as razões do banimento.

VER: http://cidadeaberta.org.br/projeto-que-proibe-a-comercializacao-de-agrotoxicos-e-aprovado-em-1a-votacao/